Indicação: Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie

84747116Indicação: Sejamos todos feministas (Livro)

Sinopse: Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. “Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: ‘Você apoia o terrorismo!’”. Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e começou a se intitular uma “feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens”. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1,5 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.

Antes de explicar o porque eu indico essa leitura, eu preciso explicar o que é uma indicação (no meu conceito, aqui no blog). Quando eu faço uma resenha literária ou uma crítica a algum filme, eu expresso minha opinião com base no que eu li e nos meus gostos e através das minhas impressões literárias o leitor vai poder decidir através dos gostos dele, se irá ler ou assistir determinado livro/filme. Quando eu faço uma indicação literária ou cinematográfica, o que eu tento passar é: não importa se isso não faz seu gosto literário ou se você não curte esse tipo de assunto, você precisa ler e assistir! Porque vai ser importante para você como pessoa/profissional e etc. 

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Quatro versões: espectadores de relacionamento

Um dia desses estava rolando as postagens do Facebook, quando vi um post que me chamou atenção. Uma menina tinha compartilhado uma história que era mais ou menos assim: um garoto estava ao telefone com uma menina, e durante a ligação o menino implorava o amor da menina, dizendo que queria estar com ela, e que ela era sensacional e que eles deveriam estar juntos, de acordo com a declaração da menina que compartilhou essa história o garoto estava devastado e, pelo que contava a história, a menina pouco se importou, não quis saber dessas declarações que ele havia falado, simplesmente desligou o telefone e seguiu a vida (pelo menos era o que dizia a história contada). E então é óbvio que nos comentários dessa postagem havia  milhares de conclusões e  inúmeras suposições, todas do lado do menino, afinal, era ele que suplicava pelo amor da menina. O que eu conclui sobre essa história? Absolutamente nada!

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Resenha: Á procura de Audrey, Sophie Kinsella

 

aprocuradeaudreyLivro: À Procura de Audrey

Autor(a): Sophie kinsella

Editora: Galera Record

Páginas: 336

Ano: 2015

Sinopse: Audrey, 14 anos, leva uma vida relativamente comum, até que começa a sofrer bullying na escola. Aos poucos, a menina perde completamente a vontade de estudar e conhecer novas pessoas. Sem coragem de sair de casa e escondida por um par de óculos escuros, a luz parece ter mesmo sumido de sua vida. Até que ela encontra Linus e aprende uma valiosa lição: mesmo perdida, uma pessoa pode encontrar o amor.

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O bar de quarta-feira à tarde

Um dia voltando da faculdade passei em frente a um bar. Era uma quarta feira a tarde, por volta de umas quatro horas, o sol estava esturricando a cabeça de qualquer um na rua. No bar, além de alguns poucos atendentes, tinha um homem sentado em uma das mesas, tomando alguma coisa que eu chutaria ser uma cerveja.

Até então, você me diria, e dai? Eu sei que cada um faz da sua vida o que bem entender. Quem sou eu pra julgar. Mas a cena do homem não saiu da minha cabeça, era uma quarta feira, meio de semana, no período da tarde. Ele não tinha trabalho? Não deveria estar procurando um? Não deveria estar em casa cuidando da família? Não deveria estar no bar no meio da tarde, será que ele tinha perdido o rumo? Estava desgostoso com a vida? Passando por uma fase difícil? Será que era um solitário? Eu não sei, mas pra mim não era normal frequentar um bar na quarta feira a tarde.

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6 Dicas de como juntar dinheiro para a sua viagem!

Que viajar é bom todo mundo sabe! Ou pelo menos deveriam saber, se eu tivesse dinheiro fácil na minha conta, eu não pararia em casa. Acontece que pra viajar você precisa de dinheiro, obvio, dependendo do tipo de viagem que você quer fazer pode ser MUITO dinheiro, ou não. Existem muitas opções pra quem quer viajar de uma forma mais econômica, direcionando o dinheiro para gastos na viagem, como passeios e etc. E economizando em hospedagem, passagem aérea, essas coisas, mas isso é post para outro dia! O que eu quero dizer é que pra viajar você precisa de um dindin guardado nem que seja o minimo. Então, hoje eu vou dar algumas dicas de como conseguir juntar um dinheiro pra fazer a sua viagem!

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Resenha: Isla e o Final Feliz, Stephanie Perkins

ISLA_E_O_FINAL_FELIZ_1431632854450316SK1431632854BLivro: Isla e o final feliz

Autor(a): Stephanie Perkins

Editora: intrinseca

Paginas: 304

Ano: 2015

Sinopse: Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias, envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes. Com participações de Anna, Étienne, Lola e Cricket, personagens mais do que queridos pelo público apresentados em livros anteriores da autora, Isla e o final feliz é uma história de amor delicada, apaixonante e sedutora, um desfecho que vai fazer os fãs de Stephanie Perkins suspirarem ainda mais.

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Não quero um amor de cinema

Resolvi escrever esse texto porque acabei de sair do telefone com o meu namorado, conversa vai, conversa vem, eu acabei comentando que tinha lido um livro de romance (desses que os protagonista enfrentam o Deus e mundo para ficarem juntos), então com tom de brincadeira, ele me perguntou se eu preferia a nossa história de amor ou a do livro. E eu não precisei nem piscar pra dizer que preferia a nossa.

Me considero uma romântica incurável. Gosto de acreditar que me mantenho ali na linha tênue que separa a paixão da loucura. Sempre apaixonada por romances, seja na literatura ou em filmes, histórias de amor sempre foram as minhas favoritas. O grande problema dessas histórias, pra mim, são os casais. Esses casais que se amam loucamente, e quando eu digo loucamente não quero dizer que eles estão muitíssimo apaixonados, quero dizer que eles se comportam como loucos mesmo. Negativamente, é claro.

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Resenha: Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven

por lugares incriveisLivro: Por Lugares Incríveis

Autor(a): Jennifer Niven

Editora: Seguinte

Páginas:336

Ano: 2015

Sinopse:Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família. Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia – visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

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O primeiro carimbo a gente nunca esquece

Quando eu era mais nova as pessoas costumavam a me dizer: “o primeiro beijo a gente nunca esquece”, ou o “primeiro amor”, ou a “primeira vez”. A verdade é que tudo que é novidade de alguma forma se torna especial pelo fato de nunca ter acontecido, eu estava preparada para nunca mais esquecer o meu primeiro beijo, ou as outras primeiras vezes que teria na vida. Apesar de ter sido avisada sobre o impacto das primeiras vezes que a vida tem, nunca me contaram o impacto que o primeiro carimbo teria em mim. Sim, o primeiro carimbo, aquela marcação em tinta dentro de um caderninho chamado passaporte. Foi essa a primeira vez que mais impactou minha vida.

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O dia que eu descobri que queria ser viajante e não turista

As férias sempre fora um período muito emocionante pra mim, não pelo fato de ficar em casa, não pelo fato de não ter que ir a escola, e definitivamente não pelo fato de ser verão (no caso nas férias de janeiro). As férias sempre fora um período emocionante e desejado porque eu viajava. Quando eu era pequena e até hoje em dia mesmo,  as férias eram o período em que meus pais tiravam para relaxar e com isso sempre tinham uma viagem marcada, eu lembro da minha mãe fazendo roteiros de viagens (ela sempre foi  muito boa nisso) e falando “esse lugar a gente não pode deixar de ir” e eu amava isso,  eu amava o fato de conhecer lugares novos, fazer uns passeios, me divertir, conhecer algumas atrações e voltar para casa descansada e com excelentes lembranças. Até que um dia eu me dei conta que não estava sendo suficiente, não bastava ir a um lugar novo fazer o basicão e voltar para casa, estava faltando algo, eu sentia muita falta de algo, eu sentia falta de me perder em algum lugar, eu sentia falta de aventura. Esse foi o dia em que descobri que queria ser viajante e não turista.

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